JESUS FOI UMA PESSOA REAL?
Leia
todo texto. Observe que quanto mais se tenta provar que Ele não existiu, mais
provas mostram que Jesus é real.
Jesus
Cristo realmente existiu ou o cristianismo foi criado em torno de uma lenda?
Poucos estudiosos questionam a existência de Jesus, mas alguns inimigos do
cristianismo estão tentando provar o contrário.
Em
um processo contra o Vaticano, a Igreja foi acusada de inventar a história da
existência de Jesus. Apesar de o caso ter sido retirado da corte em fevereiro
de 2006, o querelante, Luigi Cascioli, apelou, mas o caso foi finalmente
fechado. Os argumentos contra a existência de Jesus vieram a público na rede
CNN de TV quando Ellen Johnson, presidente dos American Atheists, declarou: “A
realidade é que não existe nem uma vírgula de evidência secular de que Jesus
Cristo existiu.
Jesus Cristo e o cristianismo se referem uma religião moderna. E Jesus Cristo é uma compilação de outros deuses: Osíris, Mitras, e outros tiveram as mesmas origens e a mesma morte como o mitológico Jesus Cristo”. – Ellen Johnson, ateia.
Jesus Cristo e o cristianismo se referem uma religião moderna. E Jesus Cristo é uma compilação de outros deuses: Osíris, Mitras, e outros tiveram as mesmas origens e a mesma morte como o mitológico Jesus Cristo”. – Ellen Johnson, ateia.
Johnson
e um grupo especial de líderes religiosos discutiram a questão, “O que acontece
depois que morremos?” em um programa Larry King Live da CNN. O normalmente
imperturbável King pausou e refletiu, respondendo depois: “Então você não
acredita que Jesus Cristo existiu?” Com um ar de confiança Johnson respondeu:
“Não, não existiu. Não é no que eu acredito, simplesmente não existe evidência
secular de que JC, Jesus Cristo, de fato existiu”. King ficou sem resposta e
foi para uma pausa para os comerciais. Nenhuma discussão de evidência contra ou
a favor da existência de Jesus se prosseguiu. A audiência internacional da
televisão ficou apenas se perguntando.
Cinquenta anos antes, Bertrand Russell chocou sua geração
com o livro Porque não sou cristão onde questionou a existência de Jesus. Ele
escreveu: “Historicamente, é bastante duvidoso se Cristo de fato existiu, e se
Ele existiu não sabemos nada sobre Ele, tanto que não estou preocupado com a
questão histórica, que é por si uma questão bastante difícil”.
É possível que o Jesus que muitos acreditam ser real
nunca tenha existido? Em A História da Civilização, o historiador secular Will
Durant colocou a seguinte questão: “Terá Cristo realmente existido? Será que a
história do fundador do cristianismo é o produto da dor, imaginação e esperança
humanos—um mito comparável às lendas de Krishina, Osíris, Átis, Adônis,
Dionísio e Mitras?” Durant indicou como a história do cristianismo possui “muitas semelhanças
suspeitas com lendas dos deuses pagãos”. Mais tarde neste artigo veremos como este grande historiador respondeu suas
próprias questões sobre a existência de Jesus.
Então, como podemos saber com certeza que este homem, que muitos idolatram e outros amaldiçoam, foi de fato real? Será que Johnson está correta quando afirma que Jesus Cristo é uma “compilação de outros deuses”? E Russell está certo quando ele diz que a existência de Jesus é “bastante duvidosa”?
Então, como podemos saber com certeza que este homem, que muitos idolatram e outros amaldiçoam, foi de fato real? Será que Johnson está correta quando afirma que Jesus Cristo é uma “compilação de outros deuses”? E Russell está certo quando ele diz que a existência de Jesus é “bastante duvidosa”?
Mito versus Realidade
Vamos começar com uma questão mais fundamental: O que
distingue mito de realidade? Como sabemos, por exemplo, que Alexandre o Grande
de fato existiu? Supostamente, em 336 a.C., Alexandre o Grande tornou-se rei da
Macedônia com 20 anos de idade. Um gênio militar, este líder belo e arrogante
aniquilou vilas, cidades e reinos do mundo greco-persa até dominá-lo por
completo. No curto período de oito anos, os exércitos de Alexandre atravessaram
um total de 22.000 milhas em suas conquistas.
Foi
dito que Alexandre chorou quando ele não tinha mais mundos para conquistar.
(Penso que este não é o tipo de pessoa com quem eu gostaria de jogar Banco
Imobiliário.)
Antes
de morrer aos 32 anos, Alexandre supostamente alcançou mais feitos militares
que qualquer um na história, não somente em comparação aos reis que viveram
antes dele, mas também os que vieram depois até nossos tempos. Mas hoje em dia,
com exceção de algumas cidades com nome de Alexandria, um filme chato de Oliver
Stone e alguns livros, seu legado está quase esquecido. De fato o nome Colin
Farrell teve mais poder de atração nas bilheterias do que o de Alexandre.
Apesar
do fracasso nas bilheterias, os historiadores acreditam que Alexandre existiu
por causa de três razões primárias:
- documentos escritos de
historiadores antigos
- impacto histórico
- outras evidências
históricas e arqueológicas
Documentos históricos sobre Jesus
A
historicidade de Alexandre o Grande e suas conquistas militares são tiradas de
cinco origens antigas, mas nenhuma delas foram testemunhas oculares. Apesar de
escrito 400 anos após a morte de Alexandre, o Vida de Alexandre de Plutarco é o
principal relato de sua vida.
Visto
que Plutarco e outros escritores estavam separados por centenas de anos dos
eventos da vida de Alexandre, eles baseiam suas informações em relatos
anteriores. Dos vinte relatos históricos contemporâneos a Alexandre, nenhum
sobreviveu. Existem relatos mais tardios, mas cada um apresenta um “Alexandre”
diferente, deixando muito para a imaginação. Porém, apesar do intervalo de
centenas de anos, os historiadores estão convencidos de que Alexandre foi um
homem real e que os detalhes essenciais do que lemos sobre sua vida são
verdadeiros.
Mantendo
Alexandre como um ponto de referência, notaremos que para Jesus existem relatos
tanto religiosos quanto seculares. Mas devemos levantar a questão: será que
eles foram escritos por historiadores confiáveis e objetivos? Vamos dar uma
olhada.
O Novo Testamento
Os
27 livros do Novo Testamento declaram ter sido por autores que conheciam Jesus
ou obtiveram conhecimento sobre ele de outros. Os quatro relatos de evangelho
registram a vida e as palavras de Jesus de diferentes perspectivas. Esses
relatos foram amplamente analisados por estudiosos tanto de dentro quanto de
fora do cristianismo.
O
estudioso John Dominic Crossan acredita que menos de 20 por cento do que lemos
nos evangelhos são os dizeres originais de Jesus. Mas mesmo este cético não
refuta que Jesus Cristo de fato existiu.
Apesar
das visões de Crossan e das de alguns outros estudiosos marginais como ele, o
consenso da maioria dos historiadores é de que os relados do evangelho nos dão
uma figura clara de Jesus Cristo. A confiabilidade dos relatos do Novo
Testamento é o tema de outro artigo (consulte “Jesus.doc”), então observaremos fontes
não cristãs para responder nossa questão de se Jesus de fato existiu.
Relatos não cristãos antigos
Quais
historiadores do primeiro século que escreveram sobre Jesus não tinham
intenções cristãs?
Primeiramente,
vamos ver os inimigos de Jesus.
Seus
oponentes judeus seriam os que mais teriam a ganhar negando a existência de
Jesus. Mas as evidências apontam o contrário. “Muitos textos judeus contam
sobre sua existência em carne e sangue. Ambos os Guemoras do Talmude judeu
fazem referência a Jesus. Apesar de consistirem apenas de algumas poucas e
amargas passagens que visam refutar a divindade de Jesus, esses são textos
judeus muito antigos que não o indicam como uma pessoa histórica.”
Flávio
Josefo foi um notável historiador judeu que começou a escrever sob a autoridade
romana em 67 d.C. Josefo, nascido apenas alguns anos após a morte de Jesus,
tinha conhecimento da reputação de Jesus tanto entre os romanos quanto entre os
judeus. Em seu famoso Antiguidades Judaicas (93 d. c.), Josefo escreveu de
Jesus como uma pessoa real. “Naquele tempo viveu Jesus, um homem santo, se ele
pode ser chamado de homem, pois realizou trabalhos poderosos, ensinou os
homens, e recebeu com prazer a verdade. E ele foi seguido por muitos judeus e
muitos gregos. Ele foi o messias”. Apesar de haver certa controvérsia sobre a redação do relato, especialmente
quanto à referência de Jesus ser o messias (estudiosos são céticos, pensando
que os cristãos inseriram esta frase), Josefo de fato confirmou sua existência.
E
sobre os historiadores seculares que viveram nos tempos antigos, mas não tinham
motivações religiosas? Existe atualmente confirmação de pelo menos 19
escritores seculares antigos que fizeram referência a Jesus como uma pessoa
real.
Um
dos maiores historiadores da antiguidade, Cornélio Tácito, afirmou que Jesus
sofreu com Pilatos. Tácito nasceu cerca de 25 anos antes da morte de Jesus e
ele testemunhou como o alastramento do cristianismo começou a afetar Roma. Os
historiadores romanos escreveram negativamente sobre Cristo e os cristãos,
identificando-os em 115 d. c. como uma “raça de homens detestados por suas
práticas e chamados geralmente de Chrestiani. O nome deriva-se de Chrestus,
que, no reino de Tibério, sofreu com Pôncio Pilatos, procurador da Judeia.”
Os
seguintes fatos sobre Jesus foram escritos por fontes antigas não cristãs:
- Jesus era de Nazaré.
- Jesus viveu uma vida
virtuosa e sábia.
- Jesus foi crucificado na
Judeia por Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério César na época da
páscoa, sendo considerado um rei judeu.
- Os discípulos de Jesus
acreditavam que ele morreu e ressuscitou dentre os mortos três dias
depois.
- Os inimigos de Jesus
reconheciam que ele realizava feitos desconhecidos que eram chamados de
“bruxaria”.
- O pequeno grupo de
discípulos de Jesus multiplicou-se rapidamente, alastrando-se até Roma.
- Os discípulos de Jesus
negavam o politeísmo, viviam vidas moralmente adequadas e idolatravam
Cristo como Deus.
O
teólogo Norman Geisler declarou:
“Esta
visão geral é completamente coerente com a do Novo Testamento”.
Todos
esses relatos independentes, religiosos e seculares, falam de um homem real que
combina muito bem com o que é dito de Jesus nos evangelhos. A Enciclopédia
Britânica cita esses vários relatos seculares da vida de Jesus como prova
convincente de sua existência. Ela declara:
“Esses
relatos independentes provam que nos tempos antigos os oponentes do cristianismo
nunca duvidaram da historicidade de Jesus”.
Impacto histórico
Uma
importante distinção entre um mito e uma pessoa real é como esta figura impacta
a história. Por exemplo, muitos livros foram escritos e filmes foram produzidos
sobre o Rei Artur de Camelot e seus Cavaleiros da Távola Redonda. Esses
personagens tornaram-se tão notáveis que muitos acreditam terem sido pessoas
reais. Porém os historiadores buscaram pistas da sua existência e não
conseguiram descobrir nenhum impacto histórico exercido nas leis, ética ou
religião. Um reino com a grandiosidade de Camelot teria certamente deixado suas
marcas na história contemporânea. A falta de impacto histórico indica que o Rei
Artur e seus Cavaleiros da Távola Redonda não passam de mito.
O
historiador Thomas Carlyle disse: “Nenhum grande homem vive em vão. A história
do mundo é como uma biografia dos grandes homens”. Como indicado por Carlyle, são as pessoas reais, não os mitos, que exercem
impacto na história.
Como
uma pessoa real, Alexandre afetou a história com suas conquistas militares,
alteração de nações, governos e leis. E sobre Jesus Cristo e seu impacto no
mundo?
Os
governos do primeiro século da Judeia e de Roma não foram muito afetados pela
vida de Jesus. O cidadão romano médio não sabia que ele existiu até muitos anos
após sua morte, e a cultura romana permaneceu à parte de seus ensinamentos por
décadas, e muitos séculos se passariam antes de matar cristãos no coliseu
tornar-se um passatempo nacional. O resto do mundo teve pouco
conhecimento dele. Jesus não liderou nenhum exército. Ele não escreveu nenhum
livro nem mudou nenhuma lei. Os líderes judeus esperavam ter eliminado sua
memória e parecia terem conseguido.
Hoje,
contudo, a Roma antiga está em ruínas. As poderosas legiões de César e a pompa
da potência imperial romana foram esquecidas. E como Jesus é lembrado hoje?
Qual é a sua influência duradoura?
- Mais livros foram
escritos sobre Jesus do que sobre qualquer outra pessoa na história.
- Nações usaram suas
palavras como base para seus governos. De acordo com Durant, “o triunfo de
Cristo foi o início da democracia”.
- Seu Sermão no monte
estabeleceu um novo paradigma de ética e moral.
- Escolas, hospitais e
trabalhos humanitários foram criados em seu nome. Harvard, Yale, Princeton
e Oxford são algumas das universidades que devem aos cristãos sua
fundação.
- O papel elevado das
mulheres na cultura Ocidental tem suas raízes em Jesus. (As mulheres dos dias
de Jesus eram consideradas inferiores e praticamente não pessoas até seus
ensinamentos serem seguidos.)
- A escravidão foi abolida
no Reino Unido e nos Estados Unidos com base nos ensinamentos de Jesus de
que cada vida humana é valiosa.
- Ex-dependentes de drogas
e álcool, prostitutas e outros buscando propósito na vida declaram que ele
é a explicação para a mudança nas suas vidas.
- Dois bilhões de pessoas
consideram-se cristãs. Enquanto algumas são cristãs apenas no nome, outras
continuas a influenciar nossa cultura de acordo com os princípios
ensinados por Jesus de que toda vida é valiosa e que devemos amar uns aos
outros.
·
Um dos céticos
que pensaram que Jesus era um mito foi o jornalista britânico Malcolm
Muggeridge. Em uma designação da televisão para Israel, foram apresentadas a
Muggeridge evidências sobre Jesus Cristo que ele não sabia que existiam. Ao
visitar os locais históricos—o local do nascimento de Jesus em Belém, a cidade
de Nazaré, o local da crucificação e a tumba vazia—um sentido da realidade de
Jesus começou a surgir.
·
Mais tarde ele
declarou:
·
“Foi
quando eu estava na Terra Sagrada para realizar três programas de televisão
para a BBC sobre o Novo Testamento que uma… certeza apoderou-se de mim sobre o
nascimento, ministérios e crucificação de Jesus. … Eu percebi que de fato
existiu um homem, Jesus, que também era Deus”.
·
Alguns
estudiosos alemães altamente críticos dos séculos 18 e 19 questionaram a
existência de Jesus, dizendo que tais figuras principais como Pôncio Pilatos e
clérigo chefe Caifás dos relatos do evangelho nunca foram confirmados como
reais. Não foi possível nenhuma resposta até meados do século 20.
·
Arqueólogos
confirmaram a existência de Pilatos em 1962 quando descobriram este nome
incluído em uma inscrição em uma pedra escavada. Da mesma maneira, a existência
de Caifás era incerta até 1990, quando um ossuário (caixa de ossos) foi
descoberto contendo esta inscrição. Os arqueólogos também descobriram o que
acreditam ser a casa de São Pedro e uma caverna onde João Batista teria feito
seu batizado.
·
Por fim, talvez
a evidência histórica mais convincente da existência de Jesus foi a rápida
ascensão do cristianismo. Como pode ser explicado sem Cristo? Como esse grupo
de pescadores e outros trabalhadores poderiam ter inventado Jesus em um poucos
anos? Durant respondeu sua própria questão introdutória—Cristo realmente
existiu?—com a seguinte conclusão:
·
Alguns homens
simples terem inventado em uma geração uma personalidade não poderosa e
atraente, tão elevada, ética e inspiradora de uma visão de irmandade humana,
seria um milagre ainda mais incrível do que os registrados nos evangelhos. Após
dois séculos de muitas críticas a descrição da vida, personalidade e ensinamentos
de Jesus permanecem razoavelmente claras e constituem uma das obras mais
fascinantes da história do Ocidente.
·
O veredito dos estudiosos
·
Clifford
Herschel Moore, professor da Universidade de Harvard, declarou sobre a
historicidade de Jesus que “o cristianismo conheceu seu salvador e redentor e
não um deus qualquer cuja história era baseada em fé mítica. … Jesus foi
histórico e não um ser mítico. Nenhum mito remoto ou desagradável introduziu-se
na crente cristão; sua fé baseava-se em fatos positivos, históricos e
aceitáveis”.
·
Poucos
historiadores sérios ainda concordam com as afirmações de Ellen Johnson e
Bertrand Russell de que Jesus não existiu. A ampla documentação da vida de
Jesus por escritores da época, seu profundo impacto histórico e a evidência
tangível e confirmadora da história persuadiram os estudiosos de que Jesus de
fato existiu. Será que um mito poderia ter feito tudo isso? Apenas alguns
estudiosos extremamente céticos dizem que não.
·
Dr. Michael
Grant da Cambridge escreveu: “resumindo, os métodos críticos modernos falham em
suportar a teoria de Cristo como mito. Ela foi diversas vezes respondida e
eliminada por estudiosos de primeira linha. Nos últimos anos nenhum estudioso
sério se aventuraria a postular a não historicidade de Jesus”.
·
O historiador da
Yale Jaroslav Pelikan declarou: “independente do que qualquer um possa pensar
ou acreditar sobre ele, Jesus de Nazaré foi uma figura dominante na história da
cultura ocidental por quase vinte séculos. … É de seu nascimento que a maioria
das raças humanas datam seus calendários, é em seu nome que milhões amaldiçoam
e rezam”.
Jesus é relevante hoje em dia?
Muitos pensam
que Jesus Cristo quer que sejamos religiosos. Eles pensam que Jesus veio para
tirar toda a diversão da vida e nos dar regras impossíveis de seguir. Eles
estão dispostos a chamá-lo de grande líder do passado, mas dizem que ele não é
relevante para as suas vidas hoje em dia.
Josh McDowell
era um universitário que pensava que Jesus era somente outro líder religioso
que definiu regras impossíveis de seguir. Ele pensava que Jesus era totalmente
irrelevante para sua vida.
Então um dia, em
uma mesa de refeições de um grêmio estudantil, McDowell sentou-se ao lado de
uma vibrante e jovem colega com um sorriso radiante. Intrigado, ele perguntou a
ela por que ela estava tão feliz. Sua resposta imediata foi, “Jesus
Cristo!”
Jesus Cristo?
McDowell rosnou, disparando de volta:
“Ah, pelo amor
de Deus, não comece com isso. Estou cheio de religião, cheio da igreja e cheio
da Bíblia. Não comece com esse lixo sobre religião.”
Mas a jovem não
se alterou e calmamente informou,
“Senhor, eu não
disse religião, eu disse Jesus Cristo.”
McDowell ficou
perplexo. Ele nunca havia considerado Jesus mais do que uma figura religiosa e
ele não queria fazer parte da hipocrisia da igreja. Ainda assim aqui estava
esta alegre cristã falando sobre Jesus como de alguém que havia trazido sentido
à sua vida.
Cristo alegou
responder a todas as profundas questões sobre nossa existência. Em um momento
ou outro, todos nos questionamos sobre o sentido da vida. Você já olhou as
estrelas em uma noite negra e perguntou-se quem as colocou lá? Ou olhou um
pôr-do-sol e pensou sobre as maiores questões da vida:
- “Quem sou eu?”
- “Por que estou aqui?”
- “Para onde vou depois que morrer?”
Apesar de outros
filósofos e líderes religiosos ofereceram suas respostas sobre o sentido da
vida, mas somente Jesus Cristo provou suas credenciais voltando dos mortos.
Céticos como McDowell que originalmente zombavam da ressurreição de Jesus
descobriram que existem evidências convincentes que isto realmente aconteceu.
Jesus concede
real sentido à vida. Ele disse que a vida é muito mais do que ganhar dinheiro,
divertir-se, ter sucesso e terminar em um cemitério. Ainda assim, muitas
pessoas tentam encontrar sentido na fama e no sucesso, mesmo as maiores
estrelas…
Madonna tentou
responder a pergunta de “Por que estou aqui?” tornando-se uma diva,
confessando: “por muitos anos pensei que a fama, fortuna e a aprovação popular
trariam felicidade. Mas um dia você acorda e percebe que não trazem… Eu ainda
sentia que faltava algo… Eu queria saber o sentido da felicidade verdadeira e
duradoura e como poderia encontrá-la”.
Outros
desistiram de encontrar sentido. Kurt Cobain, vocal da banda grunge de Seattle
Nirvana, desesperou-se com a vida aos 27 anos e cometeu suicídio. O desenhista
da era do Jazz Ralph Barton também pensava que a vida era sem sentido e deixou
a seguinte nota de suicídio: “Eu tive algumas dificuldades, muitos amigos,
grandes sucessos; Passei de esposa a esposa e de casa a casa, visitei muitos
países do mundo, mas agora estou farto de inventar coisas para preencher 24
horas do dia.”
Pascal, o grande
filósofo francês acreditava que o vazio interior que todos sentimos somente
pode ser preenchido por Deus. Ele declara que “há um vácuo no formato de Deus
no coração de cada homem que somente Jesus pode preencher” Se Pascal estiver certo, esperaríamos que Jesus não somente respondesse às
questões da nossa identidade e sentido da vida, mas também nos desse esperança
de vida após a morte.
Pode haver
sentido sem Deus? Não, de acordo com o ateu Bertrand Russell, que escreveu: “a
menos que você aceite a existência de deus, a questão do sentido da vida é
insignificante”.
Extraído do site: http://y-jesus.org/portuguese/
COMENTÁRIO DO BLOG.
Existem pessoas pelo mundo interessadas em provar que Jesus nunca existiu. No entanto, sempre que se busca evidências para provar isto, mais provas se encontram de que ele realmente existiu.
Nós não precisamos de provas históricas ou cientificas para crer na existência de Jesus, por outro lado estes estudos e investigações servem para colocar luz na verdade sobre Jesus e incutir na mente dos céticos que Jesus existe sim e que se assim não fosse nossas vidas não teriam sentido.
JESUS E SUA PALAVRA SÃO REAIS. ACEITE-O COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR DE SUAS VIDAS.
JESUS É REAL NA VIDA DE QUEM O ACEITA
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